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EDIÇÃO DE 7 DE JANEIRO DE 2024No artigo "Ais Giorgis - 50 Anos da Maior Tragédia do Porto de Santos", o jornalista Sergio Willians narra em detalhes o incêndio devastador no cargueiro grego, que marcou a história portuária. O episódio não só trouxe lições ao setor como também deixou cicatrizes que perduraram por décadas no canal santista. |
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EDIÇÃO DE 21 DE JANEIRO DE 2024No artigo "Uma Santos Medieval", o jornalista Sergio Willians explora como ilustradores dos séculos XVI e XVII retrataram Santos como uma cidade medieval, com castelos e muralhas, muito distante da realidade da época. Essas interpretações fantasiosas revelam a influência da imaginação europeia sobre as representações do Novo Mundo. |
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EDIÇÃO DE 4 DE fevereiro DE 2024No artigo "Corsos, o Carnaval sobre quatro rodas", Sergio Willians relembra os desfiles de carros enfeitados que marcaram o Carnaval de Santos por quase 70 anos. Desde sua origem no início do século XX até sua extinção na década de 1960, esses eventos refletiam a criatividade e o espírito festivo da cidade, transformando as ruas em um espetáculo de cores e alegria. |
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EDIÇÃO DE 18 DE FEVEREIRO DE 2024No artigo "Mas que calor infernal!", Sergio Willians narra como o intenso calor de Santos, agravado por suas condições geográficas, tornou-se um tema recorrente nas reclamações de figuras ilustres ao longo dos séculos. Desde o explorador Sir Richard Burton até o poeta Pablo Neruda, passando por D. Pedro II, muitos descreveram a cidade como uma verdadeira fornalha, deixando claro que o calor santista é, de fato, para os fortes. |
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EDIÇÃO DE 03 DE MARÇO DE 2024No artigo "E elas começavam a conquistar o mundo!", Sergio Willians narra a trajetória de Anella Bersantti, uma pioneira que quebrou barreiras em Santos ao se tornar a primeira mulher chauffeur da cidade em 1914. Sua conquista foi um marco que ecoou internacionalmente, simbolizando o início de uma mudança significativa no papel das mulheres na sociedade santista e inspirando outras pioneiras em diversas áreas, desde a aviação até a política. |
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EDIÇÃO DE 17 DE MARÇO DE 2024No artigo "Carolina Ramos – A voz santista no Universo das Trovas", Sergio Willians conta a trajetória inspiradora de Carolina Ramos, uma das maiores poetisas de Santos. Desde seu encontro com o renomado trovador Luiz Otávio até sua consagração como a “Dama da Trova Brasileira”, Carolina construiu um legado literário admirável, destacando-se nacional e internacionalmente no cenário poético. Sua paixão pela poesia e pelas trovas a colocou entre os grandes nomes da literatura brasileira, eternizando seu papel na história cultural de Santos. |
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EDIÇÃO DE 31 DE MARÇO DE 2024No artigo "Stella Maris – 100 anos de uma missão educativa", Sergio Willians conta a história do Colégio Stella Maris, fundado em Santos em 1924 por freiras da Congregação de Nossa Senhora. Desde a aquisição do casarão da família Carraresi até a adaptação ao sistema educacional brasileiro, o colégio, inicialmente destinado a meninas, tornou-se uma referência educacional na cidade, formando gerações e marcando sua trajetória com excelência e tradição centenária. |
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EDIÇÃO DE 28 DE ABRIL DE 2024No artigo "De Níchile, primeiro relógio público da orla praiana santista", Sergio Willians nos transporta para a inauguração do icônico relógio em 9 de julho de 1936. Instalado próximo à fonte "9 de Julho" no Gonzaga, o relógio era uma inovação tanto no design quanto no uso para propagandas, criado pelo publicitário Octávio De Níchile. Embora sua vida útil tenha sido curta devido ao ambiente marítimo, o relógio marcou uma era de modernidade e estilo na paisagem de Santos, se tornando parte da memória histórica da cidade. |
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EDIÇÃO DE 12 DE MAIO DE 2024No artigo "Xavier da Silveira, uma figura inspiradora", Sergio Willians narra a trajetória do poeta e advogado Joaquim Xavier da Silveira, uma personalidade marcante de Santos no século XIX. Vítima das epidemias que assolaram a cidade em 1874, Xavier da Silveira deixou um legado de solidariedade e luta pela liberdade, sendo homenageado com a criação de um clube literário e a fundação da Sociedade Humanitária. Seu nome e seus ideais permanecem vivos na memória santista, inspirando gerações e recebendo honras como o monumento em sua homenagem. |
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EDIÇÃO DE 26 DE MAIO DE 2024No artigo "Se não fosse Braz Cubas, seríamos todos Enguaguaçuanos", Sergio Willians nos transporta para o passado, quando o nome de Santos ainda era Enguaguaçu. Ele narra como a decisão de Braz Cubas de fundar o hospital de "Todos os Santos" na região mudou a identidade da cidade. Willians propõe um exercício de imaginação, refletindo como a cidade e seus habitantes seriam chamados caso o nome indígena tivesse prevalecido. Com humor e erudição, o autor explora a etimologia de Enguaguaçu e destaca como a história moldou a identidade santista. |
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EDIÇÃO DE 9 DE JUNHO DE 2024No artigo "Um prédio centenário", Sergio Willians conta a história do icônico edifício da Associação Comercial de Santos, cuja pedra fundamental foi assentada pelo presidente Epitácio Pessoa em 1921. A construção, finalizada em 1924, reflete o crescimento da cidade e do porto santista, especialmente no comércio de café. Com uma arquitetura eclética e rica em detalhes, tanto interna quanto externamente, o prédio é um símbolo da pujança econômica e histórica de Santos, sendo reconhecido como uma das joias arquitetônicas da cidade. |
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EDIÇÃO DE 23 DE JUNHO DE 2024No artigo "Santos celebra reinauguração histórica do Theatro Colysey em grande estilo", Sergio Willians relembra o grandioso evento de 21 de junho de 1924, quando a cidade festejou a reinauguração do Colyseu, o mais luxuoso teatro da cidade. A ocasião contou com a presença de figuras ilustres, como o governador Carlos de Campos, e a apresentação da ópera "Bela Adormecida", que encantou a elite santista. O teatro, ao longo dos anos, passou por inúmeras transformações, mantendo-se como um marco cultural de Santos, apesar de suas várias fases de decadência e restauração. |
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EDIÇÃO DE 7 DE JULHO DE 2024No artigo "Santistas se empenham na Campanha do 'Ouro para a Vitória' na Revolução de 1932", Sergio Willians detalha a mobilização de Santos em apoio à Revolução Constitucionalista, por meio da arrecadação de ouro e outros metais preciosos. Com doações de cidadãos, atletas e clubes esportivos, a cidade conseguiu arrecadar cerca de 60 quilos de ouro em um mês e meio, equivalente a R$ 25 milhões hoje. A campanha não só contribuiu para o esforço de guerra paulista, como também ajudou a Santa Casa de Misericórdia a construir um pavilhão para tuberculosos em Campos do Jordão, perpetuando o espírito de solidariedade da cidade. |
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EDIÇÃO DE 21 DE JULHO DE 2024No artigo "No tempo dos pescadores caiçaras", Sergio Willians nos leva de volta a uma Santos de 100 anos atrás, quando a pesca artesanal dominava a orla da cidade. A vida dos pescadores caiçaras, descendentes de indígenas, portugueses e africanos, era marcada pela simplicidade e pela harmonia com a natureza. As vibrantes cenas de pescas de arrastão eram não só um meio de subsistência, mas também um símbolo cultural, capturado em cartões postais que eternizaram essa tradição. Hoje, resta apenas a memória dessa era romântica, onde o mar era o palco principal da vida santista. |
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EDIÇÃO DE 4 DE AGOSTO DE 2024No artigo "Uma ilha de luz e mistérios", Sergio Willians explora a história fascinante da Ilha da Moela, que abriga o farol mais antigo do litoral paulista, inaugurado em 1830. Além de ser um marco essencial para a navegação até hoje, a ilha é envolta em lendas e histórias curiosas, como o suposto tesouro enterrado pelo pirata Thomas Cavendish e os vultos assombrados refletidos pelo farol. Com seu nome derivado da aparência que lembra uma moela gigante, a ilha é um ponto de mistério e beleza, preservando segredos do passado e protegendo os navegantes nas águas da Baía de Santos. |
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EDIÇÃO DE 1 DE SETEMBRO DE 2024No artigo "A orla, o mar e o poeta", Sergio Willians celebra a história do monumento a Vicente de Carvalho, inaugurado em 21 de julho de 1946 nos jardins da praia do Boqueirão, Santos. A obra, esculpida por Caetano Fraccaroli, homenageia o "Poeta do Mar", eternizando sua luta pela preservação da orla e sua conexão com o oceano. O evento contou com a presença de ilustres figuras e a família do poeta, marcando um tributo à sua poesia e legado. Anos depois, o monumento foi reposicionado, virando de costas para o mar, mas mantendo viva a relação do poeta com a cidade e a paisagem que tanto o inspirou. |
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EDIÇÃO DE 15 DE SETEMBRO DE 2024No artigo Fragmentos Santistas de 1908 (I), Sérgio Willians nos conduz a uma Santos em plena transformação, revelada por 18 fotografias que documentam o início do século XX. O autor destaca o progresso da cidade com a chegada da eletricidade, a eleição do primeiro prefeito, e a construção da Praça da República, contrastando com a perda irreparável da antiga Matriz barroca. Locais icônicos, como o Largo do Rosário e o Mercado Municipal de Paquetá, aparecem como centros de intensa atividade, enquanto a avenida Conselheiro Nébias reflete a ascensão da elite local. |
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EDIÇÃO DE 29 DE SETEMBRO DE 2024Na segunda parte de Fragmentos Santistas de 1908, Sérgio Willians continua sua viagem fotográfica, explorando o crescimento urbano de Santos. Ele destaca a transformação da Avenida Taylor, atual Rodrigues Alves, que abrigava a sede da Companhia Docas de Santos e o Asilo de Órfãos. A expansão portuária, com o aterramento do Outeirinho, também ganha destaque, assim como os elegantes canais projetados por Saturnino de Brito, que deram à cidade um novo visual. Willians menciona a crescente importância da Avenida Ana Costa e o desenvolvimento do bairro do Gonzaga, marcado pela chegada do bonde elétrico e pela construção de hotéis como o Parque Balneário, que prenunciavam o futuro turístico de Santos. |
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EDIÇÃO DE 13 DE OUTUBRO DE 2024Na última parte da série “Fragmentos santistas de 1908,” a coluna "Era Uma Vez... Santos" nos leva a uma viagem por fotografias raras do acervo do Instituto Histórico e Geográfico de Santos, capturando cenários de arrabaldes e cercanias de Santos. Entre os destaques, estão as fontes de água de Pilões e a estrada de ferro da São Paulo Railway, única ligação entre Santos e São Paulo na época. A coluna também nos conduz pela icônica praia do Gonzaguinha, em São Vicente, e pela estação de trem no Guarujá, ambos então partes do território santista. Com um olhar histórico e nostálgico, a série encerra com uma celebração da rica memória da região, despertando o desejo de novas explorações da história local. |
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EDIÇÃO DE 27 DE OUTUBRO DE 2024Em sua coluna “Era Uma Vez...Santos,” Sergio Willians revela a intrigante trajetória da estátua do Pescador, um monumento singular que, ao longo de décadas, percorreu mais de 14 quilômetros pela orla santista. Criada em 1943 pelo escultor Ricardo Cipicchia, a estátua foi homenageada à figura do pescador santista e inicialmente instalada diante do Instituto Escholástica Rosa. Após um acidente em 1975, que a retirou da fronteira entre Santos e São Vicente, a estátua ganhou novo lar na Ponta da Praia, onde se tornou símbolo da tradição pesqueira da cidade. Em 2009, uma última mudança levou-a para o Aquário Municipal, cercada por um espelho d’água. Em seu texto, Willians explora a ideia de que, enquanto outras estátuas permanecem imóveis, o Pescador, inquieto, parece destinado a explorar, refletindo a constante transformação de Santos. |
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EDIÇÃO DE 10 DE NOVEMBRO DE 2024Na coluna Era Uma Vez... Santos, Sergio Willians apresenta um panorama detalhado da formação hidrográfica da cidade de Santos, com foco na porção insular. O artigo descreve a evolução dos principais rios, riachos e ribeirões que marcaram a história local, desde os tempos da antiga Ilha de Gohayó até o desenvolvimento urbano moderno. A publicação destaca os cursos d’água que atravessavam o antigo Centro — como os rios do Desterro, São Jerônimo e Itororó —, além de outros afluentes relevantes, como o Saboó, o Rio dos Soldados (que deu origem ao primeiro canal de Saturnino de Brito) e o extinto Dois Rios, que desaguava na atual região do Canal 3. O texto também menciona outros rios e cachoeiras localizados nas áreas do José Menino, Ponta da Praia e Zona Noroeste, compondo um levantamento histórico que evidencia como o desenvolvimento urbano transformou a paisagem natural da ilha. |
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EDIÇÃO DE 24 DE NOVEMBRO DE 2024Na coluna Era Uma Vez... Santos, Sergio Willians resgata a história dos entregadores de jornais, jovens que, nas primeiras décadas do século XX, foram fundamentais para a difusão da informação em Santos. O texto destaca o cotidiano desses meninos, como o personagem Pedrinho, que simboliza a rotina de tantos jornaleiros responsáveis por levar A Tribuna às ruas da cidade. Willians relembra também o registro feito pelo fotógrafo José Marques Pereira, que eternizou um grupo de entregadores em um postal histórico, e aborda a transformação da profissão com o surgimento das primeiras bancas. O artigo conclui mencionando a homenagem prestada por A Tribuna em 1939, quando o jornal inaugurou a estátua O Tribuneiro, marco simbólico da dedicação e do legado desses pequenos gigantes da comunicação santista. |
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EDIÇÃO DE 8 DE DEZEMBRO DE 2024Na coluna Era Uma Vez... Santos, Sergio Willians aborda a modernização gráfica e estrutural de A Tribuna em 1954, ano em que o jornal completou seis décadas de existência. O artigo detalha a substituição da antiga rotativa “Albert” por uma moderna Koenig & Bauer Wurzburg, capaz de imprimir até 64 páginas, marcando o início de uma nova fase tecnológica e editorial. Willians destaca que a mudança representou mais do que uma atualização de maquinário: simbolizou a consolidação do jornal como referência regional em informação, mantendo o equilíbrio entre tradição e inovação. O texto ressalta o papel dos profissionais das oficinas e da redação nesse processo de adaptação, bem como a ampliação do conteúdo e das editorias, reafirmando A Tribuna como o principal elo entre Santos e sua comunidade leitora.
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EDIÇÃO DE 22 DE DEZEMBRO DE 2024Na coluna Era Uma Vez... Santos, Sergio Willians resgata a primeira aparição do Papai Noel em Santos, ocorrida no Natal de 1909. O artigo revela que a iniciativa partiu de membros da colônia alemã, com apoio do jornal A Tribuna, que promoveu uma campanha solidária para alegrar as crianças pobres da cidade. Pela primeira vez, um morador vestiu-se como “Papá Noel” e percorreu igrejas, ruas e casas distribuindo brinquedos e mantimentos arrecadados pela comunidade. A ação foi amplamente divulgada pelo jornal e marcou o início da tradição natalina do “Bom Velhinho” em Santos, que nos anos seguintes passou a integrar as comemorações locais e, mais tarde, o comércio e o imaginário popular da cidade.
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