Era uma Vez...Santos    

2016 * 2017 * 2018 * 2019 * 2020 * 2021 * 2022 * 2023 * 2024 * 2025



EDIÇÃO DE 7 DE JANEIRO DE 2024

No artigo "Ais Giorgis - 50 Anos da Maior Tragédia do Porto de Santos", o jornalista Sergio Willians narra em detalhes o incêndio devastador no cargueiro grego, que marcou a história portuária. O episódio não só trouxe lições ao setor como também deixou cicatrizes que perduraram por décadas no canal santista.


EDIÇÃO DE 21 DE JANEIRO DE 2024 

No artigo "Uma Santos Medieval", o jornalista Sergio Willians explora como ilustradores dos séculos XVI e XVII retrataram Santos como uma cidade medieval, com castelos e muralhas, muito distante da realidade da época. Essas interpretações fantasiosas revelam a influência da imaginação europeia sobre as representações do Novo Mundo.


EDIÇÃO DE 4 DE fevereiro DE 2024

No artigo "Corsos, o Carnaval sobre quatro rodas", Sergio Willians relembra os desfiles de carros enfeitados que marcaram o Carnaval de Santos por quase 70 anos. Desde sua origem no início do século XX até sua extinção na década de 1960, esses eventos refletiam a criatividade e o espírito festivo da cidade, transformando as ruas em um espetáculo de cores e alegria.


EDIÇÃO DE 18 DE FEVEREIRO DE 2024

No artigo "Mas que calor infernal!", Sergio Willians narra como o intenso calor de Santos, agravado por suas condições geográficas, tornou-se um tema recorrente nas reclamações de figuras ilustres ao longo dos séculos. Desde o explorador Sir Richard Burton até o poeta Pablo Neruda, passando por D. Pedro II, muitos descreveram a cidade como uma verdadeira fornalha, deixando claro que o calor santista é, de fato, para os fortes.


EDIÇÃO DE 03 DE MARÇO DE 2024

No artigo "E elas começavam a conquistar o mundo!", Sergio Willians narra a trajetória de Anella Bersantti, uma pioneira que quebrou barreiras em Santos ao se tornar a primeira mulher chauffeur da cidade em 1914. Sua conquista foi um marco que ecoou internacionalmente, simbolizando o início de uma mudança significativa no papel das mulheres na sociedade santista e inspirando outras pioneiras em diversas áreas, desde a aviação até a política.


EDIÇÃO DE 17 DE MARÇO DE 2024

No artigo "Carolina Ramos – A voz santista no Universo das Trovas", Sergio Willians conta a trajetória inspiradora de Carolina Ramos, uma das maiores poetisas de Santos. Desde seu encontro com o renomado trovador Luiz Otávio até sua consagração como a “Dama da Trova Brasileira”, Carolina construiu um legado literário admirável, destacando-se nacional e internacionalmente no cenário poético. Sua paixão pela poesia e pelas trovas a colocou entre os grandes nomes da literatura brasileira, eternizando seu papel na história cultural de Santos.


EDIÇÃO DE 31 DE MARÇO DE 2024

No artigo "Stella Maris – 100 anos de uma missão educativa", Sergio Willians conta a história do Colégio Stella Maris, fundado em Santos em 1924 por freiras da Congregação de Nossa Senhora. Desde a aquisição do casarão da família Carraresi até a adaptação ao sistema educacional brasileiro, o colégio, inicialmente destinado a meninas, tornou-se uma referência educacional na cidade, formando gerações e marcando sua trajetória com excelência e tradição centenária.


EDIÇÃO DE 28 DE ABRIL DE 2024

No artigo "De Níchile, primeiro relógio público da orla praiana santista", Sergio Willians nos transporta para a inauguração do icônico relógio em 9 de julho de 1936. Instalado próximo à fonte "9 de Julho" no Gonzaga, o relógio era uma inovação tanto no design quanto no uso para propagandas, criado pelo publicitário Octávio De Níchile. Embora sua vida útil tenha sido curta devido ao ambiente marítimo, o relógio marcou uma era de modernidade e estilo na paisagem de Santos, se tornando parte da memória histórica da cidade.


EDIÇÃO DE 12 DE MAIO DE 2024

No artigo "Xavier da Silveira, uma figura inspiradora", Sergio Willians narra a trajetória do poeta e advogado Joaquim Xavier da Silveira, uma personalidade marcante de Santos no século XIX. Vítima das epidemias que assolaram a cidade em 1874, Xavier da Silveira deixou um legado de solidariedade e luta pela liberdade, sendo homenageado com a criação de um clube literário e a fundação da Sociedade Humanitária. Seu nome e seus ideais permanecem vivos na memória santista, inspirando gerações e recebendo honras como o monumento em sua homenagem.


EDIÇÃO DE 26 DE MAIO DE 2024

No artigo "Se não fosse Braz Cubas, seríamos todos Enguaguaçuanos", Sergio Willians nos transporta para o passado, quando o nome de Santos ainda era Enguaguaçu. Ele narra como a decisão de Braz Cubas de fundar o hospital de "Todos os Santos" na região mudou a identidade da cidade. Willians propõe um exercício de imaginação, refletindo como a cidade e seus habitantes seriam chamados caso o nome indígena tivesse prevalecido. Com humor e erudição, o autor explora a etimologia de Enguaguaçu e destaca como a história moldou a identidade santista.


EDIÇÃO DE 9 DE JUNHO DE 2024

No artigo "Um prédio centenário", Sergio Willians conta a história do icônico edifício da Associação Comercial de Santos, cuja pedra fundamental foi assentada pelo presidente Epitácio Pessoa em 1921. A construção, finalizada em 1924, reflete o crescimento da cidade e do porto santista, especialmente no comércio de café. Com uma arquitetura eclética e rica em detalhes, tanto interna quanto externamente, o prédio é um símbolo da pujança econômica e histórica de Santos, sendo reconhecido como uma das joias arquitetônicas da cidade.


EDIÇÃO DE 23 DE JUNHO DE 2024

No artigo "Santos celebra reinauguração histórica do Theatro Colysey em grande estilo", Sergio Willians relembra o grandioso evento de 21 de junho de 1924, quando a cidade festejou a reinauguração do Colyseu, o mais luxuoso teatro da cidade. A ocasião contou com a presença de figuras ilustres, como o governador Carlos de Campos, e a apresentação da ópera "Bela Adormecida", que encantou a elite santista. O teatro, ao longo dos anos, passou por inúmeras transformações, mantendo-se como um marco cultural de Santos, apesar de suas várias fases de decadência e restauração.


EDIÇÃO DE 7 DE JULHO DE 2024

No artigo "Santistas se empenham na Campanha do 'Ouro para a Vitória' na Revolução de 1932", Sergio Willians detalha a mobilização de Santos em apoio à Revolução Constitucionalista, por meio da arrecadação de ouro e outros metais preciosos. Com doações de cidadãos, atletas e clubes esportivos, a cidade conseguiu arrecadar cerca de 60 quilos de ouro em um mês e meio, equivalente a R$ 25 milhões hoje. A campanha não só contribuiu para o esforço de guerra paulista, como também ajudou a Santa Casa de Misericórdia a construir um pavilhão para tuberculosos em Campos do Jordão, perpetuando o espírito de solidariedade da cidade.


EDIÇÃO DE 21 DE JULHO DE 2024

No artigo "No tempo dos pescadores caiçaras", Sergio Willians nos leva de volta a uma Santos de 100 anos atrás, quando a pesca artesanal dominava a orla da cidade. A vida dos pescadores caiçaras, descendentes de indígenas, portugueses e africanos, era marcada pela simplicidade e pela harmonia com a natureza. As vibrantes cenas de pescas de arrastão eram não só um meio de subsistência, mas também um símbolo cultural, capturado em cartões postais que eternizaram essa tradição. Hoje, resta apenas a memória dessa era romântica, onde o mar era o palco principal da vida santista.


EDIÇÃO DE 4 DE AGOSTO DE 2024

No artigo "Uma ilha de luz e mistérios", Sergio Willians explora a história fascinante da Ilha da Moela, que abriga o farol mais antigo do litoral paulista, inaugurado em 1830. Além de ser um marco essencial para a navegação até hoje, a ilha é envolta em lendas e histórias curiosas, como o suposto tesouro enterrado pelo pirata Thomas Cavendish e os vultos assombrados refletidos pelo farol. Com seu nome derivado da aparência que lembra uma moela gigante, a ilha é um ponto de mistério e beleza, preservando segredos do passado e protegendo os navegantes nas águas da Baía de Santos.


EDIÇÃO DE 1 DE SETEMBRO DE 2024

No artigo "A orla, o mar e o poeta", Sergio Willians celebra a história do monumento a Vicente de Carvalho, inaugurado em 21 de julho de 1946 nos jardins da praia do Boqueirão, Santos. A obra, esculpida por Caetano Fraccaroli, homenageia o "Poeta do Mar", eternizando sua luta pela preservação da orla e sua conexão com o oceano. O evento contou com a presença de ilustres figuras e a família do poeta, marcando um tributo à sua poesia e legado. Anos depois, o monumento foi reposicionado, virando de costas para o mar, mas mantendo viva a relação do poeta com a cidade e a paisagem que tanto o inspirou.


EDIÇÃO DE 15 DE SETEMBRO DE 2024

No artigo Fragmentos Santistas de 1908 (I), Sérgio Willians nos conduz a uma Santos em plena transformação, revelada por 18 fotografias que documentam o início do século XX. O autor destaca o progresso da cidade com a chegada da eletricidade, a eleição do primeiro prefeito, e a construção da Praça da República, contrastando com a perda irreparável da antiga Matriz barroca. Locais icônicos, como o Largo do Rosário e o Mercado Municipal de Paquetá, aparecem como centros de intensa atividade, enquanto a avenida Conselheiro Nébias reflete a ascensão da elite local.


EDIÇÃO DE 29 DE SETEMBRO DE 2024

Na segunda parte de Fragmentos Santistas de 1908, Sérgio Willians continua sua viagem fotográfica, explorando o crescimento urbano de Santos. Ele destaca a transformação da Avenida Taylor, atual Rodrigues Alves, que abrigava a sede da Companhia Docas de Santos e o Asilo de Órfãos. A expansão portuária, com o aterramento do Outeirinho, também ganha destaque, assim como os elegantes canais projetados por Saturnino de Brito, que deram à cidade um novo visual. Willians menciona a crescente importância da Avenida Ana Costa e o desenvolvimento do bairro do Gonzaga, marcado pela chegada do bonde elétrico e pela construção de hotéis como o Parque Balneário, que prenunciavam o futuro turístico de Santos.


EDIÇÃO DE 13 DE OUTUBRO DE 2024

Na última parte da série “Fragmentos santistas de 1908,” a coluna "Era Uma Vez... Santos" nos leva a uma viagem por fotografias raras do acervo do Instituto Histórico e Geográfico de Santos, capturando cenários de arrabaldes e cercanias de Santos. Entre os destaques, estão as fontes de água de Pilões e a estrada de ferro da São Paulo Railway, única ligação entre Santos e São Paulo na época. A coluna também nos conduz pela icônica praia do Gonzaguinha, em São Vicente, e pela estação de trem no Guarujá, ambos então partes do território santista. Com um olhar histórico e nostálgico, a série encerra com uma celebração da rica memória da região, despertando o desejo de novas explorações da história local.


EDIÇÃO DE 27 DE OUTUBRO DE 2024

Em sua coluna “Era Uma Vez...Santos,” Sergio Willians revela a intrigante trajetória da estátua do Pescador, um monumento singular que, ao longo de décadas, percorreu mais de 14 quilômetros pela orla santista. Criada em 1943 pelo escultor Ricardo Cipicchia, a estátua foi homenageada à figura do pescador santista e inicialmente instalada diante do Instituto Escholástica Rosa. Após um acidente em 1975, que a retirou da fronteira entre Santos e São Vicente, a estátua ganhou novo lar na Ponta da Praia, onde se tornou símbolo da tradição pesqueira da cidade. Em 2009, uma última mudança levou-a para o Aquário Municipal, cercada por um espelho d’água. Em seu texto, Willians explora a ideia de que, enquanto outras estátuas permanecem imóveis, o Pescador, inquieto, parece destinado a explorar, refletindo a constante transformação de Santos.


EDIÇÃO DE 10 DE NOVEMBRO DE 2024

Na coluna Era Uma Vez... Santos, Sergio Willians apresenta um panorama detalhado da formação hidrográfica da cidade de Santos, com foco na porção insular. O artigo descreve a evolução dos principais rios, riachos e ribeirões que marcaram a história local, desde os tempos da antiga Ilha de Gohayó até o desenvolvimento urbano moderno. A publicação destaca os cursos d’água que atravessavam o antigo Centro — como os rios do Desterro, São Jerônimo e Itororó —, além de outros afluentes relevantes, como o Saboó, o Rio dos Soldados (que deu origem ao primeiro canal de Saturnino de Brito) e o extinto Dois Rios, que desaguava na atual região do Canal 3. O texto também menciona outros rios e cachoeiras localizados nas áreas do José Menino, Ponta da Praia e Zona Noroeste, compondo um levantamento histórico que evidencia como o desenvolvimento urbano transformou a paisagem natural da ilha.


EDIÇÃO DE 24 DE NOVEMBRO DE 2024

Na coluna Era Uma Vez... Santos, Sergio Willians resgata a história dos entregadores de jornais, jovens que, nas primeiras décadas do século XX, foram fundamentais para a difusão da informação em Santos. O texto destaca o cotidiano desses meninos, como o personagem Pedrinho, que simboliza a rotina de tantos jornaleiros responsáveis por levar A Tribuna às ruas da cidade.

Willians relembra também o registro feito pelo fotógrafo José Marques Pereira, que eternizou um grupo de entregadores em um postal histórico, e aborda a transformação da profissão com o surgimento das primeiras bancas. O artigo conclui mencionando a homenagem prestada por A Tribuna em 1939, quando o jornal inaugurou a estátua O Tribuneiro, marco simbólico da dedicação e do legado desses pequenos gigantes da comunicação santista.


EDIÇÃO DE 8 DE DEZEMBRO DE 2024

Na coluna Era Uma Vez... Santos, Sergio Willians aborda a modernização gráfica e estrutural de A Tribuna em 1954, ano em que o jornal completou seis décadas de existência. O artigo detalha a substituição da antiga rotativa “Albert” por uma moderna Koenig & Bauer Wurzburg, capaz de imprimir até 64 páginas, marcando o início de uma nova fase tecnológica e editorial.

Willians destaca que a mudança representou mais do que uma atualização de maquinário: simbolizou a consolidação do jornal como referência regional em informação, mantendo o equilíbrio entre tradição e inovação. O texto ressalta o papel dos profissionais das oficinas e da redação nesse processo de adaptação, bem como a ampliação do conteúdo e das editorias, reafirmando A Tribuna como o principal elo entre Santos e sua comunidade leitora.

 


EDIÇÃO DE 22 DE DEZEMBRO DE 2024

Na coluna Era Uma Vez... Santos, Sergio Willians resgata a primeira aparição do Papai Noel em Santos, ocorrida no Natal de 1909. O artigo revela que a iniciativa partiu de membros da colônia alemã, com apoio do jornal A Tribuna, que promoveu uma campanha solidária para alegrar as crianças pobres da cidade.

Pela primeira vez, um morador vestiu-se como “Papá Noel” e percorreu igrejas, ruas e casas distribuindo brinquedos e mantimentos arrecadados pela comunidade. A ação foi amplamente divulgada pelo jornal e marcou o início da tradição natalina do “Bom Velhinho” em Santos, que nos anos seguintes passou a integrar as comemorações locais e, mais tarde, o comércio e o imaginário popular da cidade.